

O Movimento Unificado Pela Segurança Pública e Defesa da Vida (MUSPV) está organizando para a tarde de hoje(02/08), um grande ato público que deverá percorrer as ruas do Centro da cidade. O movimento é composto por concursados que estão no cadastro reserva da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, além de concursados da Polícia Civil que estão sub-júdice. A manifestação será contra o aumento da violência e pedindo ao Estado a contratação imediata de mais agentes de segurança pública para Alagoas.
Segundo Marcos Alan de Castro Silva, que está na reserva técnica do último concurso da PM, o movimento existe há quase um mês e surgiu com a idéia de brigar por melhores condições na segurança pública do Estado. “Não estamos querendo apenas a nossa contratação, mas que a segurança pública no Estado seja valorizada. A cada dia os índices de violência crescem e pessoas inocentes acabam sendo vítimas do descaso do governo”, disse.
A expectativa da organização do evento é que, além dos concursados que estão no cadastro reserva e os sub-júdice, participem do evento familiares de pessoas que foram vítimas da violência em Alagoas. “Já temos confirmada a presença de parentes dos agentes penitenciários Manoel Messias e Vieira e ainda da família e amigos da garota Maria José da Silva, que morreu após ser atingida por uma bala perdida na porta de uma escola no Jacintinho. Esperamos que todos que se sentem atingidos pela violência participem desse ato”, falou Marcos Alan.
A concentração do evento está marcada para acontecer às 13 horas, na Praça dos Martírios. “Deveremos iniciar a nossa mobilização às 14 horas e realizar um grande ato pelas ruas do Centro da cidade”, contou Marcos Alan, lembrando que estão na reserva técnica da Polícia Militar 1944 concursados, do Corpo de Bombeiros 526 e sub-judice da Polícia Civil, 250 pessoas. “Sabemos que a nossa contratação não vai resolver o problema da violência no Estado, até porque 15% do efetivo da Polícia Militar deve se aposentar este ano. Mas queremos investimentos nesse setor para, pelo menos, amenizar esse quadro de violência”.
Fonte: Alagoas Agora
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